quinta-feira, 12 de agosto de 2010

atualizando

ok, tô eu aqui escrevendo no bloco de notas porque a porra de internet nao quer judar.resolvi deixar a preguiça de lado, e, depois da quarta heineken (aprendi a ficar mais exigente) e com uma forcinha da joni mitchell, voltaria a escrever nesta porra.
o quanto a vida de uma pessoa pode mudar em quatro meses? a separação de uma grande amizade? um trabalho novo? o encontro de uma pessoa (realmente) especial?
pois é. nem cabe escrever tudo e todos os detalhes aqui agora. o que eu gostaria é deixar algum registro aqui, já que eu não tenho deixado nenhum. e já que a única utilidade deste blog é me fazer lembrar eu mesma daqui a 10 anos.. comecemos.

esses dias encontrei uma grande amiga minha. me colocou em par de algumas coisas, das quais eu andava afastada. algumas coisas sim, confesso que fiquei realmente surpresa, outras nem tanto. talvez por me fazer lembrar de épocas e pessoas tão distantes, me senti um tanto mudada.também achei engraçado a ironia que o tempo impõe. pessoas tão cheias de convicções e ideais, que hoje (ainda) acreditam seguir, mas que no fundo, não passam de compreensões ingeridas por influencia alheia. ideais não só externos, mas como morais. liberdade, independencia. isso, o que eu tenho a plena consciencia (contra minha vontade) que eu não tenho, me fazem ver que ainda sou coerente com os MEUS principios e virtudes.
agora nesse momento, me sinto cheia. ok, depois de tanta cerveja e ruffles é natural. mas tem uma coisa que me persegue, que é sempre essa dúvida quanto ao que eu sinto. sempre, sempre. quanto ao que e o quanto demonstrar certos sentimentos. quanto a confiança. quanto a um monte de coisa.
semana passada eu disse que não dava mais. lá se foram quase dois meses. sim, ele tinha seus problemas e de certa forma, eu também amava isso. o fato da ex, me afetava, mas às vezes fazia com que eu me sentisse superior. por outro lado, também EXTREMAMENTE inferior. mas enfim. me sentia um pouco necessária, e um pouco aprendiz.
eu disse que amava professores. e tu era um pouco. sabe quando tu admira tanto alguma qualidade na pessoa que acaba se sentindo tão inferior que não tem o que falar? pois é. eu me sentia meio perdida do teu lado de vez em quando. pensei que era por causa da idade - de 18 pra 26, tudo bem né - mas a tua ex só tem um ano a mais que eu. é. rs.
me envolvi, sim. o começo foi maravilhoso. o teu jeito, e os teus convites. as tuas loucuras de me pegar às 7 da manhã em casa pra tomar café da manhã. de me esperar depois do trabalho, mesmo estando de férias. nao sei se isso é usual pra ti com qualquer guria, mas são essas coisas, essas pequenas surpresas e atitudes que me fizeram te amar, e te odiar ao mesmo tempo, por saber que tu não estava plenamente comigo.
esperei. tu foi pra argentina. voltou. mas não pra mim.
a gente até tentou, mas já não era mais o suficiente. tu encontrou ela, e socou uma parede de raiva. o que tu esperava que eu dissesse sobre isso? eu sou tua pré-psicóloga ou tua ficante?
então tomei a decisão que eu não queria. acabei acabando com o não começado, e, agora, uma semana depois, me pergunto se me sinto menos pior do que estando ao teu lado.
te vejo quase todo o dia, e me dói te ver como estranho. como simples colega.
tu também não me ajuda, vindo puxar conversa, falando das tuas coisas. eu disse que precisava me afastar, mas não queria ficar estranha. eu disse que ficaria, porque me conheço. mas eu simplismente não consigo.
me surpreende! faz o que tu costumava fazer! me convida, me puxa, faz qualquer coisa. me xinga, faz o caralho a quatro, mas NÃO me despreza. e não me trata como colega.
depois de tanto tempo, indo e vindo com ex e pessoas legais, mas sem importancia, esse tipo de coisa me faz refletir quanto ao fato de estar sozinha e relativamente ok e estar contigo e me sentir insegura o tempo todo. por que, Deus? por que?

quanto às novas amizades, tudo ok. Natielle, Clarissa, Juliana, Kati. Marcos (o sumido), Gui, e até Thiago. me sinto menos sozinha e menos dependente. só por isso, a experiencia já é válida.

enfim. deu.

"I feel like I’m sleeping
can you wake me?"

domingo, 11 de abril de 2010

fuck yeah.


Em defesa do movimento louva-a-deus. rs

quarta-feira, 24 de março de 2010

UP (sem muitas aventuras)

Cara, é incrível. De uma hora pra outra tua vida dá um UP do nada.
Porra. Consegui um emprego. Chan vai vir pra cá, PRA MINHA CIDADE (hoje não deu pra comprar o ingresso, mas amanhã estarei lá). Porra.. o que eu poderia querer mais
(sim, óbvio que eu poderia querer muito mais, mas prefiro deixar assim pra não me acharem mal agradecida)?
Com essa maré de sorte, (acho) que tomei uma decisão.
Quero tudo novo! Tudo novo! Não quero que ninguém e nenhum caso pendente continue me pondo pra baixo.
Tem uma hora que ou é tu ou os outros. Tem uma hora que tu tem que dizer chega (não quero dar uma de momento auto-ajuda, mas é verdade). FREEDOM! rsrs.
Se eu tô tendo a oportunidade de começar coisas novas.. que venham pessoas novas! Experiências novas!
Bom, eu posso estar me equivocando por pensar que vai ser uma coisa e ser outra (o que não é novidade), mas ah, se der merda, eu já tô acostumada mesmo. xisdê.
Só sei que tô afim de mudar. De ser útil, de ser prestativa. Até de fazer boas ações. rs

Só me falta una persona. Mas pra isso, existe a páscoa. A páscoa é o dia dos namorados dos sem namorados (não, não é a morte de jesus). E por enquanto, ninguém vai reparar nas minhas banhas mesmo AEHUAHE

Ahm. Sei lá, nem tenho muito o que falar hoje, só tô com vontade de escrever.
Chega de falar bobagem, bjs boa noite.

sábado, 20 de março de 2010

Correndo atrás. E crescendo.

Últimas semanas turbulentas por aqui.
Minhas aulas começaram... Tô gostando bastante até. Eles ainda estão muito na parte "informativa" do curso e da carreira. Mas, por enquanto, acho que é isso.
Também tava correndo atrás de um emprego. No começo, me senti que como a primeira vez que eu saí de casa sem a minha mãe. Foi pra um shopping, junto com a minha amiga e um gurizinho que eu gostava HAHAHAHA. É o tipo de coisa que na hora, tu te acha a pessoa mais legal do mundo. "Olha como eu sou adulta!" haha. Grande merda. Depois que a coisa vira rotineira...
Enfim. Passado a primeira emoção, eu comecei a ficar cada vez mais insegura. Larguei currículo em tudo quanto é loja.. Fiz umas entrevistinhas e nada.
Passado um tempo, ligam da Livraria Cultura, dizendo que tinham aberto uma vaga pra caixa. Óbvio, ser venderora é mil vezes mais legal, mas vamo lá... não posso me dar ao luxo de recusar nada HAHA.
E lá eu fui. De 13, foram pra 10 candidatos já no começo. Primeiro, pediram pra gente se apresentar, aquela coisa toda. Depois fizeram aqueles testes chatos, psicotécnico. Jogamos até escravos-de-jó-jogavam-caxambó HEHE. Foi divertido até. Na mesma tarde iriam ligar.
E ligaram. Putz, fiquei nas nuvens. FINALMENTE, será?
Segundo dia. Só 3 pessoas. Eu, uma guria (que tinha ficado da minha "equipe" no dia anterior) e um cara retardado. Bom... Primeiro fizeram um teste de atenção... Riscar triângulos. Depois, a menina veio com uma prancheta pra cada um, contendo testes de português e matemática (o bom de ter feito cursinho o ano passado inteiro), 6 perguntas envolvendo situações que poderiam ocorrer na loja, um teste pedindo que tu dissesse 7 "valores e virtudes" que tu achasse importante e uma redação tema livre. Fiquei em pânico, na hora. Enquanto uns iam fazendo, um ia sendo entrevistado. Primeiro a guria. 20 min. Depois o cara. uns 10 min. Eu fui a última. O cara não ficou 5 min comigo. Perguntaram o que eu fazia, porque eu me interessava na vaga blá blá. Tava junto um outro cara que devia ser do setor administrativo que tava no dia anterior. O cara não abriu o bico. E com uma cara super séria.
Saí de lá sentindo pena de mim mesma. Toda a confiança que eu tava no primeiro dia, foi pro ralo. Porra, é tão difícil conquistar alguma coisa por mérito exclusivamente meu? Nunca conquistei nada materialmente. Amigos? A maioria foi. Relacionamentos? HAHAHA piada né.
Fui largando currículo em outras lojas. Não aguentava mais ficar fingindo ser simpática, falando palavras decoradas pras mesmas perguntas. Tinha desistido de brincar. Mandei tudo pra pqp (na minha cabeça), me dei o direito de acender um cigarro e fui pra casa. Mas claro, antes disso ainda passei na Renner e deixei mais um currículo. Orgulho não é uma característica de uma pessoa desempregada.
No dia seguinte, eu subia pela parede. Tinham ficado de ligar pra avisar, mesmo quem não fosse chamado. Tinha aula pela manhã. Mal escutava a professora. Ficava olhando pro celular e nada. "Mas que caralho! Eu sou uma bosta mesmo". Fiquei nessas. Cheguei e casa, almocei.. Depois fiquei sozinha em casa. Acabei ligando:

- Oi, tudo bem? Gostaria de saber se vocês já ligaram ou ainda vão ligar pros candidatos da vaga disponível, que ontem estavam fazendo entrevistas.
- Quem é?
- É a Mayra.
- Ah, ooi Mayra. Sim, eu tava sem tempo pra ligar, mas sim, tu foi selecionada, e nós entraremos em contato contigo quando tu puder começar.
- Rsrs. Oi? Sim, eu fui selecionada pra segunda fase..
- Não não, tu foi selecionada pra vaga.
- -N. QQQQQQQ SÉRIO? TEM CERTEZA?
- Hahahahaha :D Sim, sim.
(AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH CARALHO!)
- Aii sério? Nossa, eu tava tão nervosa ontem.. Ahh...
- Hahahaha sim, a gente vai entrar em contato contigo ainda essa semana ok.

Bom. Depois disso, minha auto-estima subiu um pouquinho. "Obrigada, obrigada!"
Sei lá, tipo, pra mim foi mais do que ter conseguido uma porra de um emprego, do qual eu vou trabalhar que nem escrava, vou ter uma folga por semana e um domingo por mês. Não! Porra, foi um mérito MEU, sabe. O primeiro. Sem querer dar uma de narcisista, eu fui escolhida entre 10 pessoas, pessoas mais velhas e experientes que eu. Pessoas competentes. Os caras foram escolher logo eu, uma sem experiência, de 18 anos recém completados, uma deslumbrada com tudo isso.
PORRA, de todos os outros lugares que eu mandei currículo, não poderia ter sido lugar melhor. E agora, por mais que eu não vá ter tempo nem pra me coçar, é mil vezes melhor do que estar em casa, entediada, esperando algum convite, ou dando passeios solitários por aí. Vou ter o meu dinheiro, as minhas coisas (já tava até planejando todas as maneiras de gastá-lo -pelo menos o primeiro mês, vai :)
Até o dia seguinte eu fiquei desconfiada, me perguntando se ela não tinha me confundido. Mas não, porque ela me ligou pra perguntar meu e-mail e dizendo que eu poderia começar no dia primeiro. \o/\o/\o\/o/

É. Agora sou uma assalariada, feliz e explorada. AÊ!
E inaugurando uma nova tag. Esperando usá-la mais e mais vezes.



[E sobre o post anterior.. ah, foda-se. se eu mudar de idéia, eu o farei sem avisar haha]

sábado, 6 de fevereiro de 2010

hm. é.

Bom, não tenho muita idéia quantas pessoas lêem o blog (ou se ainda há alguma HAHA), mas vim avisar que irei torná-lo privado. Acho que escrevo muita coisa pessoal aqui pra deixar pra todo mundo ver.
Mas fiz outro blog. http://paralelapalavra.blogspot.com/
Nesse, irei falar sobre temas, assuntos. Não falarei mais da minha pessoa.

Enfim. Qualquer coisa, mayra_poa@hotmail.com.
Até.

sábado, 30 de janeiro de 2010

untitled#1

"I want you to know
He's not coming back
Look into my eyes
I'm not coming back"

Talvez porque eu não esteja no meu estado normal.
Talvez porque eu só esteja me sentindo um pouco sozinha.
Sei lá, parece que tudo o que tu um dia imaginou que pudesse te acudir quando tu precisasse, ou aquilo que tu pensasse te suprir na hora certa, não passasse de... vazio.
Não to braba, nem to querendo cobrar porra nenhuma de ninguém. E eu mesma já to CHEIA dessa porra de lamentações que volta e meia eu acabo fazendo aqui. Sei lá.

Sempre senti que eu preciso canalizar minhas energias em alguma coisa, e até em alguém (mas não tanto). Mas só agora eu percebi, que eu nunca, sinceramente, consegui isso.
As pessoas não tão aqui pra te apoiar. Tão pra quando convir pra elas (mesmo que isso vá te fornecer algum bem, indiretamente).

Percebi que enchi dessas pequenas "trocas de conveniencia". Essas emoções superficiais.
Estas, não tavam me fazendo de fato, feliz. Era uma euforia passageira, e só. Sempre me senti vazia por dentro.
Às vezes gostaria de me apaixonar. Ter algo concreto. Mas isso.. sei lá. Parece tão longe.

Quero independência. De mim. Dos meus pais. Dos meus amigos. E de outros que me convém.
Não queria sentir mais nada, e ao mesmo tempo quero sentir tudo.
Por que tudo tem que ser tão dramático? Haha, talvez eu me divirta com isso. Mesmo que sentindo remorso e nojo ao mesmo tempo.

Sumir. Sumir por uns tempos.

Me julgo tão forte em certas ocasiões.. Até insensível, em dadas situações. Mas quando as coisas me fogem do controle, é como se tudo ficasse mais interessante, como se eu pudesse sentir mais, apreciar o momento.

É como se eu me visse na cinza de cigarro que cai do nono andar e vai girando, girando até cair no chão e apagar.

domingo, 24 de janeiro de 2010

where is my love


ARDA NO MÁRMORE DO INFERNO!
me diz, como um cara que mora em Vitória/ES vai pra um barzinho com cadeiras de plástico e encontra a Chan assim????? E AINDA TIRA UMA CASQUINHA!?
QQ É ISO!

Voltando

É. Meu último refúgio. hahaha.
Então, nem sei o que falar, parece que perdi a intimidade com isso aqui.
Pensei em mudar o meu jeito de escrever. Parar de fazer disso aqui um diário público e escrever sobre temas. Mas aí.. Sei lá, tudo o que eu já escrevi aqui iria pro lixo. Mais fácil fazer outro blog (mal consigo administrar dois - o song for bobby levou uma notificação daquelas porras de direitos autorais. vou botar todos os meus links fora? mas bem capaz- imagina três). Enfim.

E foi escola, foi natal, ano novo, foi UFRGS, foi formatura. É, tô livre, por enquanto.
Meus primeiros problemas do ano começaram quando fui corrigindo minhas provas da ufrgs. Apesar de ter prometido não criar expectativas, tinha esquecido que eu tinha cotas. Aí.. enfim. Mas mesmo assim, não fui tão bem quanto precisava. E agora? Cursinho mais um ano inteiro? Ou trabalhar e criar vergonha na cara?
Foi um dilema. Depois de muito choro, e me sentir a mais injustiçada estudante do universo, fiz um trato com a minha mãe. Um semestre na ULBRA. Sim, eu relutei, e muito. Mas um semestre, duas cadeiras... É bom pra ver se psicologia é o que vai me fazer feliz daqui pra frente. E em agosto, volto a me dedicar a minha tão sonhada universidade.
Resolvido isso, next.
Depois de um curto afastamento, é possível uma pessoa se envolver com outra (digo, envolver no sentido animalesco da coisa. sexo.) e depois, do nada, querer "voltar" (não havia relacionamento, apenas um... laço)? Não. Não, obrigada. Posso não ser a pessoa mais puritana do mundo, mas eu não teria essa cara de pau. Ok, pelo menos a pessoa foi sincera. Mas mesmo assim, nesse momento, alguma coisa, alguma coisa bem frágil se quebrou. Confiança? Hm, pode ser.
Na verdade, eu sou uma egoísta do caralho. Eu queria mais é que corressem um pouco atrás de mim, e inflassem o meu ego. Se isso tivesse acontecido, talvez eu relevasse alguma coisa, mas não. Ah, foda-se. Como eu sempre digo: as coisas hoje não passam de troca de conveniência. Até certo ponto. Depois que a coisa acaba, cada um pro seu lado: "Foi bom enquanto durou, a gente se fala. Podemos marcar a alguma coisa daqui a algum tempo, quando der saudade ou estivermos entediados sem nada pra fazer." É assim que as coisas são.

Nesse meio tempo.. andei percebendo que esse meu princípio da conveniencia tem seu efeito colateral. Com ele, pude entender melhor como é o ciclo que as pessoas preenchem na tua vida. Sem apego. Por que complicar, por que não só aproveitar o que a pessoa tem pra te oferecer (mesmo que seja pouco, mas apreciável). Mas ao mesmo tempo.. Não sei se é impressão minha ou é paranóia. Esse tempo de aproveitamento tá diminuindo cada vez mais rápido. Dura menos que o normal.
Sei lá, saio com a pessoa uma vez e depois... PUFT. Acaba. COMO ASSIM? Falta de interesse ou insegurança? Tudo bem, talvez não seja a pessoa certa. Mas.. Já?
Não ando liberando muita endorfina ultimamente.
Ainda bem que eu não sou homem, se não, já teria que encomendar umas azuizinhas.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=32142246

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Só pra terminar..

Tô totalmente descuidada do blog. E tô deixando as coisas passarem.
Dá trabalho se dedicar a alguma coisa. E como.
Fazia um tempinho que não ficava meio quietinha pra pensar no que que eu to fazendo da minha vida. Ultimamente eu só tenho vivido.

Mas só pra acabar:
O que eu fiz de importante em 2009? De realmente importante?
Ah, eu conheci algumas pessoas, pude conhecer e experenciar algumas coisas novas... Estudar? Não me esmerei muito (o que sobrecai agora, faltando 4 dias pro vestibular da UFRGS)... O que eu vou levar disso? Sei lá.
Não tô reclamando, só acho que poderia ter aproveitado um pouco mais.
Acho que amadureci, mas não tanto.
Aprendi a me colocar em primeiro lugar. E a esquecer isso.
Deixei de ser facilmente vulnerável.
Mas no fundo toda minha pretensão em não querer demonstrar preocupação com nada é pura merda. Uma hora ou outra, todas as tuas ações acabam caindo em cima de ti, sejam por causa das consequências ou de consciência. Viver não é necessariamente ter que fazer merda (sim, eu esqueço isso facilmente, mas é só pra deixar aqui registrado), mas sim realmente apreciar aquilo que se está fazendo. Por nem sempre conseguir isso, acabo querendo forçar a barra, talvez...
Enfim.

É difícil.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Last Waltz

Último post do ano, com um gosto diferente.
Meu dia já começou estranho.
Acordei chorando!
Isso é muito raro. Me recordo de isso ter acontecido apenas mais uma vez, quando sonhei que meus pais morreram.
No de hoje, porém, não tinha nada de trágico. Sonhei com o meu gato, Léo, depois de 6 anos sem ele.
Ok, podem me achar idiota. Eu mesma achei sem necessidade. Mas.. ainda no sonho, ou ainda meio grogue de sono, eu pude perceber que na verdade, eu não tava chorando por causa de um gato. Eu tava chorando de saudade de um lar.
Acho que é mais ou menos isso que o Léo representou no sonho. Quando eu ainda o tinha, meus pais ainda não tinham se separado e nós vivíamos relativamente bem (ao meu ver, claro, eu era uma criança). Mas toda aquele ambiente veio a tona de novo e eu me senti meio perdida. Saudade, angústias, mágoas. Enfim. Um sinal talvez?
Depois a conversa com a mãe. Difícil e hostil, mas pude me expressar sem medo.
Sempre joguei na cara dela a hipocrisia que era todo final de ano: as mesmas promessas, os mesmos desejos, as mesmas palavras. Apesar de tudo, senti algo que eu não senti há algum tempo por ela. Saudade e caridade.
Eu sempre joguei a culpa de todas as minhas faltas em cima dos meus pais, por não saberem crescer juntos. Mas eles eram jovens, apaixonados, tolos. Estavam cegos pro que vinha pelo futuro, e não tinham a menor noção que iam acabar tendo uma filha chata pra cobrar deles a juventude mal vivida.
Logo veio o alívio. Decidi ficar aqui, mesmo sozinha.
Vou ver meu pai e sair. E se for pra ficar sozinha, que seja também.
Sinto que alguma coisa mudou e que todo esse dia estranho é só uma preparação do que tem pra vir daqui pra frente (não só 2010, mas além).
Enfim. Não quero fazer projeções vãs.

Fechamento de 2009.
Dedico esse blog à Mayra daqui a 10 anos.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Old Girl

Eu sei que é uma coisa totalmente doente, mas ontem me aconteceu uma coisa engraçada. Eu criei (involutariamente) um instinto de aproveitar certos momentos de uma maneira diferente. Como se fosse a última vez, ou já pensando que tudo aquilo iria, um dia, acabar.
Quem lê, até pode achar que eu sou a pessoa mais pessimista e cética do mundo. Mas não é assim. Eu me senti tão bem, e tão tranquila vendo toda aquela cena como alguém de fora que consegui apreciar ainda mais a situação.
Quem não gosta de exaltar o passado? "Eu era feliz e não sabia." Era uma frase que eu pensava constantemente. Mas por que não exaltar essa "lembrança" no exato momento em que se vive?
Uns dizem que viver cada dia como se fosse o último é uma coisa boa, mas pô. Pensa. Se eu fosse pensar nisso, eu iria viver deprimida. No meu caso, eu prefiro ver esses momentos especiais como "lembranças presentes" - literalmente. São ocasiões em que eu sei que daqui a 20, 40, 50 anos eu vou lembrar saudosamente. Nessa hora, eu me imagino uma senhora, já na sua cadeira de balanço, lembrando todas coisas boas que já fez e quantas ainda há de fazer (porque claro, eu sempre quero mais de tudo). Enfim.

Me senti mãe, mulher, e menina ao mesmo tempo. É uma coisa tão engraçada! Se sentir por um momento, íntima de si mesmo, através de outra pessoa.
E assim como fui, voltei sozinha. Me sentindo orgulhosa por isso. Se tudo o que eu vivia ali é nada menos que uma lembrança, é natural que eu sempre volte ao presente por mim mesma.
E voltei. A afaguei e a guardei, dentro da memória.
A realidade me esperava, atrás do portão. Me despedi, dei um beijo e fui embora.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dark, Darko.


Acabei de ver Donnie Darko. Preciso ver de novo.

Tô meio confusa, acho que não ando muito bem por dentro. Às vezes eu me sinto como em 2005, quando tudo ainda desmoronava. Aquilo ainda não saiu de mim completamente. E claro, depois de uma revivada semana passada... enfim.
Me confundo quanto a permanecer a par de tudo, protegida pelo rótulo de criança que não tem maturidade pra entender tudo, segura dentro da própria concha, ou finalmente, crescer.

Enquanto isso, meu interesse por psiquiatria aumenta.
Quando a piadinha de que as pessoas que fazem psico são doidas, e que só entram nod cursos pra primeiramente, tentar cuidar de si mesmas.. Sim, é uma puta babaquice, mas é verdade (pelo menos pra mim).

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Balanço geral [2009] pt. 1

Sobre fim das aulas:

Amanhã é meu último dia de aula no colégio. Sim. Um grande peso saindo das costas. 6 anos no mesmo colégio, muitas histórias, gente que vem, gente que vai, professores inesquecíveis (por bem ou por mal). Enfim.
Eu sei que eu já disse mil vezes que o que eu mais queria era me livrar da obrigação do ensino médio. Mas dizendo isso, é quase automática a contradição que vai se seguir, quando a gente tá de cara pro fim. Por mais cansativo que seja, e massante ter que ver sempre o mesmo ambiente e as mesmas pessoas, parece que agora todos estão se unindo mais e tal.. Pessoas que eu nem ia muito com a cara se mostram pessoas agradáveis.. Haha, sempre assim.

Também tem os sufocos. Se não fosse o marido da Beth subir pro andar de cima (Deus que me perdoe) eu não sei se eu estaria me despedindo do colégio esse ano hahaha. Tirando isso, o ano foi tranquilo em relação à matérias. Exatas, sempre incomodam, mas no final tudo dá certo (quem não cola não sai da escola, hehe).

Professores! Pessoas das quais eu me surpreendi. Anne Rose (química), Áurea (física), Jô (português), Odila (bio), Fernanda (ed fisica) e até o louco do Gabino (com aquela voz de locutor de programa romântico de rádio) vão deixar saudades, até. Sem contar os outros - the bests of all time: Sor Gilmar, Jaqueline Petry (que nem olha pra cara de ninguém, mas que é uma das professoras mais legais em aula), e claaaaaaro o mais lindo, querido e doido, Sor André ♥ HAHAHA (minha tara por professores não é segredo pra ninguém ok).

LINDO, OK

Também tem os colegas. Creio que a melhor turma de todas foi a 104, do primeiro ano. De pior, a melhor turma do colégio. Não ganhamos a gincana por causa da tia do bar. Mas foi divertido. Ainda deu pra gente passar um dia num parque aquático (tudo bem, água era meio branca, mas tudo bem). Todo o mundo era amigo. Todos. Também foi uma época que o meu próprio grupo era mais unido mãs... A parte disso, foi um bom ano.
A 203 foi quem sobrou da 104 (tirando a retardada da Michele). Aproximação com Lucas e Luísa, com quem eu formei uma pseudo-banda, mas que no fim não deu certo (e só eu sei por que).

Enfim. Muitos detalhes foram esquecidos, só uma base da minha trajetória no Tubino.
Apesar da precariedade em certas partes no ensino, é um colégio que me acrescentou muito. Talvez se eu não tivesse vivido tudo isso, eu me tornaria mais uma dessas patizinhas, que ficam tirando fotos na frente do espelho (nunca me esqueço, primeira vez que entro lá: "ai, que gente, que sala imunda..." HAHAHA mais nojenta impossível).
Ver a realidade da escola pública, e entrar em contato com pessoas diferentes condições (vai de gente bem humilde até classe média alta), fez com que eu aprendesse a pensar sozinha. Buscar a verdade por trás daquela cortina da escola particular, que tá ali apenas pra te passar de ano e no vestibular.
Lembrando que antes do Tubino, teve o Sta. Inês na primeira série, o São Judas Tadeu (melhor colégio em estrutura) da segunda à quarta série e o São Francisco na quinta.

É...Muitas pessoas passaram, e muitas lembranças boas ficam. Agora tenho que me tornar gente e começar a estudar de verdade hahaha.
O que eu levo disso tudo é a união que todos tinham, a amizade (algumas passageiras, mas sinceras), os sorrisos, as brincadeiras e o dia-a-dia alegre (tá bom, nem sempre, mas a gente adora enfeitar mais o passado, não? HAHA).
Fico na expectativa do que vai acontecer comigo agora. Que pessoas que eu vou conhecer. E de que tipo.. É um período de transição importante.

Continua.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Pais e filhos

Pais são o carma que se carrega pra vida.
Deus me livre. Sério mesmo. Eu certamente os amo, sem dúvida nenhuma. Mas eu só peço que se por acaso, eu venha a parir uma criatura, que eu mantenha o meu bom senso.
Que eu não brigue na frente do meu filho.
Que eu não coloque o meu filho no meio de uma discussão.
Que eu não fale mal do pai da criança na frente dela.
Que eu não utilize motivos idiotas e banais, como o dinheiro pra tentar acusar a outra pessoa de merdas, por ciúme, amargura e coisas não resolvidas.
Que eu me exploda junto com a outra pessoa, mas o meu filho não tem nada a ver com as nossas merdas.

Entendam, pais, vocês não podem tratar o filho de vocês como fantoche.
Trabalhem, estudem e sejam independentes antes de colocarem outra alma no mundo. Sejam racionais. Não briguem como dois namorados de ensino médio, que se estapeiam e se xingam, mas que no dia seguinte fica tudo bem, porque certamente, com uma outra pessoa no meio de vocês, não vai estar.
Nascer já tendo que ser sozinho, é foda viu. Ainda mais tendo que carregar vocês quando necessário...

Metade dos meus problemas vem por causa desses dois. Metade das merdas que eu passo hoje, insegurança, timidez e o caralho a quatro, eu aprendi com vocês (além da minha natural tendência). Medo, medo de acabar tudo em merda.
O pior de tudo é a conversinha do "tu não sabe toda a história", como se eu fosse um personagem a parte de toda essa porcaria. Se fuder. No fundo, é melhor manter esse teatro todo pra vocês continuarem a ter a imagem de pais, à parte da humanidade, perfeitos, trabalhadores, honestos e justos. Que nojo.
Eu sinto que eu sou mais racional que os dois juntos. Eu pelo menos, tenho a oportunidade de ver exatamente o que eu não quero ser. Dentro do círculo, as bestas não conseguem se enxergar, elas só vêem o que elas querem atacar.
Sinceramente. Vontade de sumir, ir pra qualquer lugar, até pro inferno. Só pra poder torturar os dois um pouquinho, pra mostrar um pouco do mal que a irresponsabilidade passional desses relacionamentos de merda podem fazer.
Pro inferno todos eles.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um.

Pela primeira vez em uma semana, eu sorri.
Aiai.
Quero dormir.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Um e 1/2

essa dúvida me atormenta de tal maneira que, agora, o meu maior desejo é de sumir daqui. me desmaterializar. não quero causar dor a quem ainda não pode sentí-la.

agonia. agonia.
sonhos constantes e lúcidos.
sonhei que me esvaí em sangue e me senti feliz. por uma ou outra razão.
talvez isso sirva como um teste? um teste ao meu corpo, e um desafio à minha desconfiança.
nunca fui total irresponsável. se algo aconteceu foi por acaso. pelos 0,6 %.
quero me redimir comigo e com os deuses e fazer tudo o que tem que ser feito.

jogar tudo fora é muito desgosto.
é muita crueldade. é muita covardia.
do contrário, pelo menos não irei correr os riscos de acabar pior no futuro. e finalmente descansarei em paz ou no meu desespero.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Hell

"In my life
Why do I give valuable time
To people who don't care if I live or die?"

Já dizia mestre Morrissey.
Então. Cansada, podre, vazia. Não é TPM não (o que eu sinceramente gostaria que fosse), nem mal-comidismo (rs).
Tô doente de toda essa hipocrisia do caralho. Pessoas que não passam de umas egoístas, fingem que se importam contigo pra tu permanecer do lado delas quando for conveniente. Pessoas que te usam enquanto tu ainda faz algum bem pra elas, mas que não exitam em te desprezar, em te ignorar e te machucar.
O pior de tudo é que eu ainda continuo gostando delas. Eu tenho isso, porque valorizo muito quem já me fez bem de alguma forma, e prezo pelas lembranças boas que ficam. Eu juro, juro que tento ser fria, mas quase nunca consigo. Já melhorei bastante nisso, mas ainda tem o que aprender.
Outra coisa, é que eu cansei de tentar ser/parecer demasiadamente legal. FODA-SE, se eu tô com cara de bunda. Eu tento, juro que eu tento me integrar a certos grupos, mas o negócio é fechado mesmo. Sem algum palerma pra me deixar a par dos assuntos e pra me enturmar, eu tendo a ficar na minha. Isso todo o mundo sabe. Aí depois vir pra mim me dizer, que eu tava com cara de bunda, que não sei o que, quando a pessoa sabia bem o porque de tudo aquilo? HAHA são coisas que me deixam..... tão puta, tão puta.....
Largar de mão. É isso o que eu vou fazer com quem já passou a cota de filhadaputisse.
Se eu me afasto, é problema meu. Se isso te incomoda, ótimo, me faça mudar de idéia.
Sempre fiz o que ficava bem pros outros, sempre me adequei a jeitos e condições de outros.
Chega, chega. Acabou.

Acho que é meu post mais revoltado, mas ok. Vou rir disso depois.

O mundo em seu lugar.


Já bem tarde pra dizer
Guarda silêncios pra depois
Em saudades, vãos e vozes que há de ouvir

Entre móveis que se vão
Mudando as horas de lugar
Algum dia irá voar de volta a si

Como neve falsa
Como chuvas de jasmim
Em salões de valsa
Quem lhe dera sempre a vida assim

Quem dera ser o amor
Que pensa em esperar
Agora que arrumou
O mundo em seu lugar

Mas sempre há de saber
Que sonha ser amor
Alguém desarrumar
A vida que arrumou pra si.

domingo, 29 de novembro de 2009

"The Post After"

Eu sei, eu disse que eu não ia me apaixonar.
Mas depois de tudo, é natural que eu fique pensando onde tu tá. É natural que eu queira estar contigo, e/ou desejar que tu mandasse apenas uma mensagem de boa noite.
Não quero ficar dependente de ti pra me sentir mais feliz. Mas são pequenas coisas que a gente cultiva, que eu gostaria que fossem preservadas.
É quando tu me faz descobrir um lado meu que nem eu sabia que existia. É te xingar, e sentir quase prazer nisso (e depois te pedir desculpa). É rir quando não pode (?). É escutar Cat Power até eu enjoar (!!!). É eu cantar baixinho sem sentir vergonha.
Tu disse que eu sou muito dispersa, que tu gosta de ficar junto quando se está junto (hãn hãn?). Eu não sou assim, não tenho a necessidade de estar grudado todo o tempo. Ainda mais na frente dos outros. Mas eu gosto que me lembrem que existe alguém que pensa em mim de vez em quando.
Eu até acho que tu pode sumir pra me deixar assim, como eu tô. Tu tá fazendo o que eu geralmente faço, pra ver se vale a pena. Só não dá uma de gurizinho agora, por favor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Avulsos

- As coisas andam mudando demais ultimamente.
Eu por exemplo. Falando de sexo com um (ex) ficante? Perdendo a consciência por aí? Chegando em casa de manhã pé por pé? Criando intimidade com alguém que eu conheci há um mês? E tocando no assunto de namoro? Conhecendo gente bizarra? Sexo drogas e rock'n roll? Quase. Um dia eu ainda quero chegar aí, mas eu ainda sou menor de idade.
Às vezes o peso na consciência fica que nem uma nuvem na cabeça. Talvez por saber que eu já não sou mais quem eu costumava ser, e isso me assusta. Por quebrar vários julgamentos que eu considerava errados ou impróprios. Já outras horas... mando tudo pro diabo e aproveito mesmo. Se alguém perguntar, tenho a desculpa: ah, eu sou jovem, jovem faz merda mesmo...
Eu já tinha falado sobre essas mudanças, mas hoje eu consigo ver como alguém de fora. Na realidade, ainda não se elas são boas ou ruins, ou se necessariamente, estar vivendo essa fase nova signifique mudar meu jeito de ser. Talvez só abrir mais a cabeça pra certas coisas, que eu tinha uma opinião parcialmente absorvida de pais/parentes, que sempre agem como se eles nunca tivessem feito merda na vida. Ser velho não quer dizer estar acima da moral e ter sempre a razão, isso que às vezes as pessoas custam a entender. Mas eu nem esquento mais a cabeça.
Me pergunto se é só eu que fico quebrando a cabeça e me preocupando com essas coisas, ou se as pessoas simplismente passam por isso porque tem de passar. Eu não duvido né.

- Deu uma saudade de Red Hot Chili Peppers essa semana! Haha! Fui ver uns vídeos e vi um do John Frusciante, na época que ele tava todo fudido drogado.
Não sei porque.. Mas eu fiquei tão chocada que fiquei interessadíssima naquilo. Pensei seriamente em fazer psiquiatria (o que seria uma merda, já que eu teria que fazer medicina). De qualquer forma, só sei que por enquanto, consultório é uma coisa fora de cogitação.

- Ah sim, eu também odeio ser ignorada, mas eu adoro ignorar. Isso é um problema. Por isso. Acho que nos anulamos :D HAHA aaah, adóro essas pequenas richas que a gente faz com as pessoas.
Desculpa querido, desculpa mesmo. Mas eu aprendi que é assim que vocês gostam.

- O que eu lembro, eu gostaria se esquercer. Quase tudo.